OPA, Marco e corretores parceiros.
Cada quadrado abaixo é um dia. O lançamento levou 20 dias. Os 30 seguintes foram de manutenção, até a casa ter dono.
Cada imóvel da OPA é tratado como uma narrativa. Quatro fases nos primeiros 20 dias constroem a história; depois, manutenção até o comprador certo aparecer.
A casa entra e a equipe se mexe. Reunião e visita de cada corretor, gravadas na hora.
Fotógrafo, drone e câmera de cinema. O making-of vira conteúdo.
Página exclusiva, tour virtual e kit de parceria no ar antes do tráfego chegar.
Reels, carrosséis e nativos saem nos perfis da OPA, do Marco e dos parceiros.
Remarketing e visibilidade constante, até o comprador certo aparecer.
Tudo se apoiou numa base de 49 fotos, drone, página exclusiva e tour virtual.
Fora da contagem de peças, mas foi o kit que qualquer corretor parceiro usou para vender sem produzir nada por conta própria.
Os três materiais que sustentaram o lançamento, prontos para acessar agora.
OPA, Marco e corretores parceiros.
Público de 45 a 65+ anos.
Quem ainda não conhecia a OPA.
Quem já procurava casa em Ilhabela.
A casa entrou numa rede que soma mais de 1,2 milhão de visualizações por trimestre, cerca de 13 mil pessoas por dia.
A verba foi pequena de propósito. O que fez diferença não foi quanto, foi o quanto se mexeu nela: palavra-chave e métrica revistas todo dia, por 50 dias seguidos.
Campanha para alcançar quem já procurava imóvel em Ilhabela, com palavras-chave e métricas revistas todo dia.
Sete criativos para reencontrar quem visitou a página exclusiva ou assistiu ao conteúdo e não avançou de primeira.
Este é o padrão de lançamento da OPA: produção completa, narrativa contínua e uma rede que distribui. O Siriúba 2 foi o capítulo mais recente.